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Relatório do FBI comprova fake news do New York Times

Relatório do FBI comprova fake news do New York Times
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A matéria publicada pelo NY Times em 2017 é um claro exemplo de como uma fake news é capaz de viralizar com a ajuda dos maiores veículos de imprensa do planeta.

No dia 14 de fevereiro de 2017, no auge das teorias da conspiração sobre o falso conluio entre Donald Trump e a Rússia, o jornal New York Times publicou uma reportagem “explosiva” com a seguinte manchete:

“Assessores da campanha de Trump tiveram repetido contatos com a inteligência russa.”

O primeiro parágrafo dizia:

“Registros telefônicos e chamadas interceptadas mostram que membros da campanha de Donald J. Trump em 2016 e outros associados de Trump tiveram contatos repetidos com altos funcionários da inteligência russa no ano anterior à eleição.”

A história permaneceu por anos como uma das principais “provas” do falso conluio entre Trump e Rússia. 

Agora, um documento divulgado, na última sexta-feira (17), pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, aponta que a reportagem estava repleta de mentiras.

O relatório contém uma série de críticas escrita nas margens pelo agente do FBI, Peter Strzok, que rejeitou totalmente a alegação do jornal norte-americano.

“Esta declaração é enganosa e imprecisa. Não vimos evidências de nenhum indivíduo afiliado à equipe de Trump em contato com IOs [agentes de inteligência]”, diz Strzok ao comentar o primeiro parágrafo do jornal.

“Novamente, não temos conhecimento de QUALQUER assessor de Trump com envolvimento em conversas com autoridades da inteligência russa”, disse o agente do FBI em outro trecho.

Ao comentar sobre a divulgação do relatório do FBI sobre a fake news do jornal NY Times, o senador republicano Lindsey Graham declarou:

“Os comentários de Peter Strzok sobre o artigo no New York Times são devastadores, pois admitem que não havia evidências confiáveis de que alguém da campanha de Trump estivesse trabalhando com agências de inteligência russas de qualquer forma.”

Segundo o jornal Washington Times, Graham acrescentou:

“As declarações de Strzok questionam toda a premissa da investigação do FBI sobre a campanha de Trump e tornam ainda mais escandaloso que a equipe de Mueller continuou essa investigação por quase dois anos e meio.” 

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