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Relatório do Senado aponta viés do FBI contra Trump

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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Um novo relatório dos republicanos no Senado apresentado nesta quarta-feira (07/02) argumenta que o FBI está posicionado contra o presidente Donald Trump, reforçando as alegações do memorando publicado dias atrás pelo Comitê de Inteligência da Câmara e aumentando a pressão sobre a agência.

O texto dos republicanos no Comitê de Segurança Nacional do Senado assegura que cerca de 50.000 mensagens de texto entre dois investigadores do FBI deixam claro o objetivo de exonerar a candidata democrata às eleições presidenciais de 2016, Hillary Clinton, enquanto lançavam uma investigação sobre a campanha de Donald Trump.

Renova falou a primeira vez sobre as mensagens entre os agentes do FBI – Peter Strzok e Lisa Page – no dia 6 de dezembro de 2017.

Ontem (07/02), o presidente dos Estados Unidos foi curto e grosso em um tuíte acerca das informações contidas no relatório publicado pelo Senado nas primeiras horas da manhã de quarta-feira.

“AS NOVAS MENSAGENS DO FBI SÃO BOMBAS!”, tuitou Trump.

O texto dos republicanos diz que as mensagens pessoais entre o agente do FBI, Peter Strzok, e a advogada, Lisa Page, sugerem uma parcialidade em relação a Hillary, que influenciou a investigação sobre o uso de informação confidencial de um servidor privado de e-mail quando ela era secretária de Estado.

O relatório acrescenta, além disso, que suas mensagens aumentam a questão de se “qualquer animosidade pessoal e/ou parcialidade política influenciou as ações do FBI em relação ao presidente Trump“.

O comitê de segurança publicou 500 páginas de mensagens entre Strzok e Page, quando eles mantinham uma relação sentimental e trabalhavam nas investigações de Clinton e Trump.

Muitas das mensagens são sobre temas trabalhistas, mas também mostram como os dois fazem comentários depreciativos sobre Trump, antes e depois das eleições.

Isto reforça as alegações dos republicanos de que a decisão de 5 de julho de 2016 do então diretor do FBI, James Comey, de não acusar Clinton havia sido tomada inclusive antes de interrogá-la.

Mais do que isso. Algumas das mensagens colocam em situação delicada até mesmo Barack Obama. De acordo com o casal do FBI, o ex-presidente queria ficar por dentro de tudo o que estava acontecendo por trás das cortinas para minar a campanha de Trump e salvar a pele de Hillary.

Com informações de: [AFP]
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