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Repórter da GloboNews aterrorizada entre extremistas de esquerda

A repórter Raquel Krähenbühl passou por uma situação complicada neste domingo (12). A correspondente da GloboNews na Casa Branca sentiu que sua vida foi ameaçada durante uma transmissão ao vivo.

Um protesto organizado por supremacistas brancos em Washington DC, capital dos Estados Unidos, foi um fracasso total, contando com a presença de cerca de 30 indivíduos.

Por outro lado, centenas de pessoas participaram de uma contra-manifestação que, segundo a grande mídia, foi organizada para combater a violência dos supremacistas.

A correspondente da GloboNews, Raquel Krähenbühl, estava fazendo uma cobertura ao vivo deste protesto quando foi ameaçada de morte por extremistas. Minutos antes, ela havia dito que a multidão estava protestando contra “racismo e ódio”.

Entre os participantes da “marcha antirracista” estavam os grupos de extrema-esquerda Antifa e Black Lives Matter. Ambos são conhecidos por seus atos de violência contra cidadãos que não seguem a agenda progressista e pelo ódio contra as forças de segurança.

Extremistas da Antifa durante manifestação em Washington DC

A repórter da GloboNews estava fazendo uma transmissão ao vivo da manifestação quando ficou nitidamente assustada com uma declaração lançada por um dos membros dos grupos extremistas que formavam uma corrente. Você pode conferir o ocorrido no vídeo abaixo.

Após a publicação da matéria, alguns leitores notaram que a frase dita pelo extremista foi: “A polícia vai matar você, se você ficar aqui. Você precisa ir. Eu sinto Muito!”.

As palavras deixaram Raquel Krähenbühl assustada. “Eles estão pedindo para eu sair daqui senão eles vão matar a gente”.

“Nós estamos trabalhando. Me desculpe”, disse Raquel com uma expressão amedrontada, antes da âncora da emissora finalizar a transmissão.

O clima gerado pelos extremistas de esquerda na capital americana neste fatídico domingo (12), um ano após o atropelamento na cidade de Charlottesville, no estado da Virgínia, aparentemente deixou a jornalista da Globo News bem preocupada.

Policiais foram alvos frequentes da hostilidade lançada pelos grupos da extrema-esquerda.

Raquel também não foi a única repórter que passou por maus bocados. Outros jornalistas da grande mídia viveram situações desconfortáveis ontem. Até mesmo um jornalista negro da ABC foi atacado por um grupo de radicais, como você pode conferir aqui.

Através do seu perfil no Twitter, a jornalista da Globo News admitiu que os manifestantes contra “racismo e ódio” também se meteram em confusão com a polícia dos Estados Unidos, mas não mencionou o ataque sofrido.

Fantástico, renomado programa jornalístico da Rede Globo, exibiu uma matéria sobre a manifestação neste domingo, mas curiosamente evitou mencionar a situação, um tanto quanto perigosa, pela qual uma das suas jornalistas passou.

Aparentemente, a convicção de que a liberdade de imprensa está em risco nos Estados Unidos merece atenção dos grandes conglomerados da informação apenas quando os atos violentos são cometidos por supostos eleitores de Donald Trump.

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