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República Checa protesta contra partido comunista

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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Milhares de tchecos saíram às ruas de várias cidades do país em protesto contra papel que o partido comunista está pronto para desempenhar no governo.

Esta seria a primeira vez desde a queda da União Soviética, em 1989, que o partido comunista iria fazer parte do governo.

Os comunistas podem dar apoio tácito ao bilionário populista Andrej Babis, que será apontado como primeiro-ministro na quarta-feira (7) pela segunda vez. Em janeiro, ele não conseguiu um voto de confiança no parlamento.

Com 78 assentos no parlamento de 200 membros, espera-se que o partido ANO (‘Sim’, em português) de Babis faça um aliança formal com a coalizão de 15 assentos do Partido Comunista.

“Eu li muito sobre a era comunista e eu me oponho ao retorno dos comunistas”, disse à AFP a aluna do ensino médio Jana Homolkova à margem de uma manifestação organizada no coração de Praga.

Os manifestantes notaram que o presidente Milos Zeman, um ex-comunista que não esconde seus pontos de vista pró-Rússia e pró-China, deve apoiar Babis, outro ex-comunista, mas que acumulou uma fortuna como magnata dos alimento, produtos químicos e mídia.

“Amanhã será um dia trágico para a democracia tcheca”, disse Jiri Pospisil, líder do partido de direita TOP 09, na frente de cerca de 10 mil manifestantes em Praga, de acordo com uma estimativa da AFP.

“Zeman e Babis, este país não é de vocês!”, “Acabem com a ideologia criminosa comunista!”, “Não mais comunismo!”, Eram apenas alguns dos cartazes carregados pelos manifestantes em Praga, capital da República Checa.

 

Traduzida e adaptada do Yahoo!
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