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‘Resto do mundo rechaçou nosso sistema’, diz Bia Kicis

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“Estamos propondo um avanço em relação à urna eletrônica”, diz a deputada.

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A deputada Bia Kicis (PSL-DF) afirmou que as urnas eletrônicas do Brasil precisam ser aprimoradas pelo voto impresso auditável.  

Os eleitores poderão votar e saber para quem seus votos foram direcionados”, disse Kicis, que é presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.

A declaração foi feita em entrevista concedida, nesta segunda-feira (28), ao programa “Os Pingos nos Is”, da rádio Jovem Pan.

Nós te apresentamos mais detalhes:

  • Bia Kicis garante estar lutando pelo aprimoramento do sistema de votação ao defender a PEC do voto impresso. 
  • Celular antigo, disquete e disk man são equipamentos que datam da mesma época que a urna eletrônica de primeira geração”, explicou a deputada. 
  • Em 1995, a urna eletrônica representou um avanço ao sistema anterior, de cédulas. Agora, estamos propondo um avanço em relação à urna eletrônica”, enfatizou Kicis.
  • A parlamentar destacou que poucas nações adotam sistema de votação similar ao observado no Brasil
  • O resto do mundo rechaçou nosso sistema, afirmando que ele é inconstitucional, vulnerável. Apenas Brasil, Butão e Bangladesh usam as urnas eletrônicas de primeira geração, sem voto impresso”, afirmou Kicis.
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