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Restrição ao aborto ganha força nos EUA na era Trump

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
Restrição ao aborto ganha força nos EUA na era Trump

Nas duas últimas décadas, 25 Estados aprovaram medidas restritivas contra o aborto, enquanto 4 passaram projetos mais progressistas.

O Alabama tornou-se o mais recente Estado americano a aprovar uma lei que proíbe a interrupção da gravidez em qualquer etapa da gestação e pune com até 99 anos de prisão o médico que pratique o aborto.

Esquerdistas e defensores do aborto afirmam que a medida aprovada no Alabama poderia levar o procedimento à clandestinidade, colocando em risco a vida de mulheres e afetando desproporcionalmente os pobres e as minorias no Estado.

Com a atual maioria conservadora na Suprema Corte e em parte das instâncias intermediárias, ativistas contrários ao aborto veem o momento como ideal para contestar a prática.

Após a nomeação do juiz Brett Kavanaugh, os conservadores esperam que a mais alta corte dos Estados Unidos reverta a decisão do caso “Roe versus Wade”, que reconheceu o direito constitucional ao aborto há mais de 45 anos.

“Até agora, não havia perspectiva de reversão”, disse Eric Johnston, que fundou a Coalizão Pró-Vida do Alabama, segundo o Correio Braziliense.

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