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Réu diz que foi orientado a apagar provas contra o tucano Beto Richa

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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Maurício Fanini diz que foi alertado por um ex-procurador-geral do Estado de que seria preso. Além disso, afirma que Richa nomeou Ezequias Moreira secretário para protegê-lo da Justiça.

A proposta de delação premiada de Maurício Fanini, réu na Operação Quadro Negro, aponta para o vazamento de informações e para a interferência do ex-governador Beto Richa (PSDB) em processos de investigação envolvendo membros do Executivo estadual.

As informações foram divulgadas com exclusividade pelo Paraná TV , da RPC, na edição desta terça-feira (5).

Vale ressaltar que o acordo de colaboração ainda não foi fechado com a Procuradoria-Geral da República (PGR), tampouco homologado pela Justiça.

De acordo com informações da Gazeta do Povo:

Em seu relato aos investigadores, Fanini conta que foi avisado de que seria preso, em julho de 2015, pelo ex-procurador-geral do Estado Sérgio Botto de Lacerda (2003-2007). No aviso, Lacerda teria orientado Fanini a eliminar provas que o ligassem a Richa, como dados em computadores, mensagens, dinheiro vivo e fotografias.

Em setembro de 2017, o ex-diretor foi preso no âmbito da Quadro Negro. Em maio deste ano ele foi transferido para Brasília por questões de segurança.

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