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Sacerdotes chineses treinados nos princípios socialistas

O Partido Comunista da China, sob comando de Xi Jinping, expandiu sua repressão religiosa ao Cristianismo, Islamismo e Taoísmo.

Em uma matéria publicada na sexta-feira (31), o Global Times cita um sacerdote taoísta “patriótico” que insiste que a religião chinesa nativa não é suficientemente chinesa sem “valores socialistas centrais”.

Sob a liderança de Xi Jinping, Pequim lançou uma cruzada para implementar a “sinificação” da religião: torná-la mais “chinesa”, colocando todas as religiões sob o controle total do Partido Comunista.

A China reconhece cinco religiões legais: budismo, islamismo, taoísmo, catolicismo cristianismo.

O regime comunista iniciou uma campanha para substituir as lideranças destas religiões no país por figuras que estejam de acordo em prestar subserviência ao líder Xi Jinping.

O clero que o regime permite que permaneça no poder é forçado a passar por “treinamentos extensivos” no Instituto Central do Socialismo, com objetivo de doutrinar os padres na ideologia marxista.

O instituto é projetado para indivíduos que não são membros do Partido Comunista, mas devem ser ensinados a aceitar os princípios da classe dominante.

Sacerdotes nessas classes estão sendo ensinados a promover o socialismo, o esquema da Nova Rota da Seda e compreender a “glória do pensamento de Xi Jinping”.

 

Traduzida e adaptada de Breitbart

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