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Secom apaga campanha ‘O Brasil não pode parar’ das redes sociais

Secom apaga campanha ‘O Brasil não pode parar’ das redes sociais
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“Trata-se uma mentira, uma fake news”, disse a Secom sobre a campanha.

A Justiça Federal no Rio de Janeiro mandou, neste sábado (28), o governo suspender a campanha “O Brasil não pode parar”.

A campanha tinha como objetivo estimular a população a deixar o isolamento social durante a pandemia do novo coronavírus.

A decisão foi assinada pela juíza Laura Bastos Carvalho, que aceitou parte dos pedidos do Ministério Público Federal (MPF) em ação civil pública. 

Algumas horas depois, a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) negou qualquer relação com a campanha.

“Trata-se uma mentira, uma fake news divulgada por determinados veículos de comunicação”, disse a Secom em nota à imprensa.

A movimentação da Secom para tentar desvincular-se da campanha começou ainda na noite de sexta-feira (27).

Duas postagens com o slogan “O Brasil não pode parar” foram deletadas dos perfis oficiais da Secom no Twitter e no Instagram. 

“É preciso proteger [os idosos] e todos os integrantes dos grupos de risco, com todo cuidado, carinho e respeito. Para estes, o isolamento. Para todos os demais, distanciamento, atenção redobrada e muita responsabilidade”, dizia a mensagem da Secom no Instagram, como noticiou a RENOVA.

O primeiro vídeo da campanha “O Brasil não pode parar” foi compartilhado na noite de quinta-feira (25) pelo senador Flávio Bolsonaro e, no dia seguinte, compartilhado em nosso canal no YouTube.

De acordo com o site Poder360, a Secom afirmou que o vídeo foi feito “em caráter experimental” e teve “custo zero”. 

O órgão também negou que haja uma campanha:

“A Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) informa que, com base em vídeo que circula desde ontem nas redes sociais, alguns veículos de imprensa publicaram, de forma equivocada e sem antes consultar a Secom sobre a veracidade da informação, que se tratava de nova campanha institucional do Governo Federal.”

A Secom completou:

“Trata-se de vídeo produzido em caráter experimental, portanto, a custo zero e sem avaliação e aprovação da Secom. A peça seria proposta inicial para possível uso nas redes sociais, que teria que passar pelo crivo do Governo. Não chegou a ser aprovada e tampouco veiculada em qualquer canal oficial do Governo Federal.”

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