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Secom denuncia ‘abjeta campanha persecutória’ da Folha

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
Secom denuncia ‘abjeta campanha persecutória’ da Folha

“Isso não é jornalismo, é mau caratismo!”, disse Wajngarten em resposta à matéria da Folha.

O chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), Fabio Wajngarten, encaminhou uma carta ao jornal Folha de S.Paulo acerca da “injuriosa, mentirosa e leviana” matéria publicada nesta segunda-feira (20).

“O mau jornalismo praticado pela Folha de S. Paulo se transformou em abjeta campanha persecutória, inaceitável e incompatível com que determina a ética e os bons costumes do bom e sério jornalismo”, escreveu Wajngarten, em mensagem que também foi compartilhada no Twitter.

Intitulada “Cliente de Wajngarten vira número 1 em verbas publicitárias da Secom”, a reportagem da Folha alega que “sob o comando de Wajngarten, a agência [Artplan] recebeu da secretaria R$ 70 milhões entre 12 de abril e 31 de dezembro de 2019, 36% mais do que o pago no mesmo período do ano anterior (R$ 51,5 milhões)”.

Ainda na carta resposta enviada pela Secom, Wajngarten rebate:

“Não é verdade que a agência Artplan se tornou o grupo com maior volume de recursos de publicidade no ano passado por ser  ‘cliente’ da FW Comunicação como afirma o jornal de maneira leviana.” 

E completa:

“A Artplan ganhou uma concorrência interna entre as agências com contratos com a Secretaria Especial de Comunicação da Presidência da República realizada na gestão anterior e não da de Fábio Wajngarten para realizar a maior campanha do governo em 2019, a da Nova Previdência.”

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