PUBLICIDADE. ANUNCIE AQUI!

A seletividade dos jornalistas da grande mídia sobre o aborto

COMPARTILHE

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no reddit
Compartilhar no email
PUBLICIDADE. ANUNCIE AQUI!

A maior parte dos jornalistas da velha imprensa dizem que o tema do aborto precisa ser discutido, mas só estão dispostos a fazer apologia do ponto de vista esquerdista.

O aborto é um daqueles assuntos que entraria tranquilamente em um top 5 de temas que precisam voltar à tona pelo menos uma vez por semestre.

Seja por protestos em outros países ou naqueles feitos por aqui, quando o assunto ressurge é para causar polêmica e gerar manifestações pró e contra, quase sempre com os mesmos argumentos utilizados anteriormente, mas que não conseguem chegar a um consenso. E nunca chegarão, a não ser pela conversão de um dos lados.

Quem defende a vida vai continuar fazendo, e quem menospreza os não-nascidos, mesmo que o faça sem admitir, também permanecerá seguindo a corrente que defende. Por não pretender entrar no mérito da questão, já que o ponto deste artigo é a seletividade dos jornalistas, irei apenas recomendar um especial escrito recentemente pela Gazeta do Povo sobre o tema. Observação feita, vamos ao foco, que acontece em todas as áreas e voltou a acontecer recentemente.

Para quem está mais ligado nas redes sociais e na nossa luta contra a grande mídia, não é novidade que veículos como Folha de São Paulo, UOL, Estadão e a própria Rede Globo, esqueceram como fazer jornalismo de verdade e vivem de apologia à temas defendidos pelas camadas mais progressistas, como o aborto, legalização das drogas, ideologia de gênero, etc.

Caso você não tenha reparado, sugiro uma leve sessão de tortura psicológica: pare para ver o programa da Fátima Bernardes ou algum da Globo News, por exemplo o Estúdio I e o Em Pauta. Já adianto que não sou formado em jornalismo e nem peço que os profissionais deixem de expressar suas opiniões – afinal, de que vale um formador de opinião sem opinião? -, mas, mesmo leigo, acredito que emitir uma opinião se escondendo atrás do véu da imparcialidade não é ético, muito menos verdadeiro para com o público.

Paulo Henrique Amorim, Leonardo Sakamoto e outros, irritam pelas besteiras que falam, mas pelo menos assumem de que lado estão. Enquanto Guga Chacra, Caio Blinder, Caroline Cimenti e Ariel Palacios, o quarteto-fantástico da Globo News, causam desgosto em quem os assiste pois passam a ideia de imparcialidade enquanto emitem suas opiniões como se fossem notícias, escondendo outros fatos relevantes, que contrariam o ideal pregado, dando base para o emergente termo “hidden news“.

Tratar da hipocrisia e seletividade dos jornalistas nas diversas áreas seria excelente, mas seria necessário um levantamento descomunal, então vamos focar no tema/acontecimento mais recente que, por acaso, está no início desse artigo (dica para não zerar o ENEM: não fujam do tema!).

O escolhido da vez é Ariel Palacios, correspondente da Globo News em Buenos Aires e com bicos no SporTV. O jornalista é “especialista” em qualquer coisa que estiver no espectro futebol-política, ou seja, é uma junção de Rica Perrone e Flavio Morgenstern, porém sem a coragem que eles têm de assumir o que pensam.

Para contextualizar, aconteceu na capital da Argentina, no domingo (25), uma manifestação em defesa da vida que reuniu centenas de milhares de pessoas. O que Ariel e toda a grande mídia resolveram fazer frente a esse grande protesto? Exatamente o que você pensou. Ficaram calados.

Não é possível encontrar nem uma nota de rodapé nos sites do G1, O Globo, Folha e em muitos outros que fazem questão de noticiar qualquer mísera movimentação pró-aborto na Argentina. Fiz questão de usar o termo “mísera manifestação” pois aparentemente é isso que centenas de milhares de pessoas saindo às ruas para defender o direito à vida de bebês não-nascidos significa para Ariel Palacios, uma manifestação sem importância, que acontece com frequência, conforme resposta dada pelo jornalista a um seguidor no Twitter.

Pouco mais de um mês atrás, o correspondente da Globo News em Buenos Aires publicou o tuíte abaixo.

É impossível não notar o discurso hipócrita do jornalista Ariel Palacios. Ao ser criticado por não informar o público sobre a manifestação pró-vida em Buenos Aires, ele tentou justificar a falta de cobertura alegando que a manifestação contou com a participação de poucas pessoas. No entanto, o protesto divulgado acima por ele, contou com um número muito menor de participantes, em sua maioria militantes de esquerda.

É claro que isto não acontece só em relação a Argentina, o mesmo é visto quando se trata de outros países e até mesmo do Brasil. Qualquer um, com alguns minutos no Google pode perceber que a cobertura da grande mídia é muito maior quando se trata de protestos a favor do aborto. Quem não acompanha de perto pode até achar que a Marcha pela Vida não existe, ou que a Marcha para Jesus é só um encontro de extremistas religiosos que não ligam para nada além do dízimo e do seu lugar no céu.

Adotar termos em inglês não é muito a minha praia, mas já que fake news é algo que pega fácil até para o mais desatento que só está com a TV ligada ao fundo, peço que fiquem ligados também nas hidden news.

Como a mídia tradicional não consegue distorcer tudo, a opção restante é ignorar o fato e seguir em frente como se nada tivesse acontecido. Não falam da recuperação da economia americana, mas tentam culpar Trump por qualquer queda na bolsa; não falam das manifestações em defesa do direito à vida, mas fazem parecer que a Marcha das Vadias é liderada por Luther King; passam longe de enfatizar a morte de policiais, mas qualquer traficante morto é reduzido a suspeito; ignoram que a legalização da maconha não deu certo em países como Uruguai e Holanda, mas mesmo assim continuam a utilizá-los como exemplo para o mercado e por aí vai. Afinal, para manter o que resta de credibilidade, só o que importa para estes defensores da agenda esquerdista é fazer parecer que a verdade e a realidade continuam do lado deles.

Ao Ariel Palacios e seus colegas de comportamento, vergonha na cara.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE. ANUNCIE AQUI!

TÓPICOS

COMPARTILHE

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no reddit
Compartilhar no email
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE. ANUNCIE AQUI!
PUBLICIDADE. ANUNCIE AQUI!

Newsletter

Receba as principais notícias do dia, assine nossa newsletter gratuita.