Senado da Argentina deve rejeitar legalização do aborto

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A senadora do Partido Justicialista Inés Blas, que estava entre os indefinidos, indicou nesta terça-feira (31) sua posição contra a legalização do aborto.

A votação está marcada para acontecer no dia 8 deste mês de agosto.

Segundo o jornal argentino Clarín, 35 senadores – dos 72 da Câmara Alta – votarão “não”. Até agora, 32 senadores indicaram que votarão pelo “sim” e 5 ainda não se pronunciaram.

O senador Ángel Rozas – que também estava entre os indecisos – acabou se definindo pelo “não”.

No cálculo de votação deve-se levar em conta que uma senadora estará ausente por causa de uma licença maternidade e outra já adiantou que se absterá de votar.

Assim, o bloco antiaborto pode ter garantido um empate com 35 votos – se não houver deserções em suas filas.

Neste caso, a votação será desempatada por Gabriela Michetti, vice-presidente da Casa. Ela disse que não acompanhará o projeto de interrupção voluntária da gravidez.

Na América Latina, o aborto sem restrições é legal no Uruguai e em Cuba. Também é permitido na capital do México.

Em quase todos os demais países, é permitido apenas no caso de risco para a mulher, quando não há chance de sobrevivência do feto ou se a gravidez for resultado de um estupro.

Em El Salvador, Honduras e Nicarágua, o aborto é proibido completamente.

 

Adaptado da fonte Estadão

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