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Senador dos EUA diz que China controla internet da Venezuela

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
Senador dos EUA diz que China controla internet da Venezuela

A ditadura Maduro corta regularmente o acesso nacional à Internet. Segundo senador dos EUA, o regime comunista chinês está por trás dessa estratégia.

O senador norte-americano Marco Rubio, membro do Partido Republicano, afirma que a China está ajudando secretamente o ditador Nicolás Maduro a controlar a internet com o objetivo de conter a insurreição anunciada pelo presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó.

Em uma entrevista publicada na quinta-feira (9) pelo jornal Breitbart, Rubio disse que os chineses “controlam sozinhos as operações cibernéticas defensivas que afetam a Internet” no país sul-americano.

O senador denuncia que, graças a Pequim, Guaidó “não tem acesso à Internet. Toda vez que ele tenta falar ou se comunicar nas mídias sociais, eles desligam a internet. Literalmente, toda vez que ele realiza uma manifestação, eles fecham a internet”.

O regime Maduro corta regularmente o acesso nacional à Internet para evitar que Guaidó e outros líderes opositores possam se comunicar com as massas ou organizar manifestações contra ele.

A maioria dos membros da oposição venezuelana, assim como o próprio Maduro, são ávidos usuários da rede social Twitter.

Na semana passada, por exemplo, Guaidó usou o Twitter para transmitir ao vivo de La Carlota, uma base aérea fora de Caracas, o anúncio do passo final na remoção de Maduro, que ele chamou de “Operação Liberdade”.

O senador Rubio observou:

“Os chineses jogam um jogo complicado porque, por um lado, eles estão tentando crescer em influência e presença em toda a América Latina. Eles então estão vendo todos esses países apoiando Guaidó, e não querem antagonizar com eles sendo líderes de torcida para o regime de Maduro.”

E acrescentou:

“Por outro lado, eles enxergam a Venezuela como um lugar de importância estratégica, porque eles têm uma relação de influência e poder com ele [Maduro], eles estão lá dentro da Venezuela, e a noção em suas mentes é que eles precisam ser contra o que eles entendem como um esforço dos Estados Unidos para interferir nos assuntos internos de outro país.”

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