Português   English   Español   Italiano   Français   Deutsch
Português   English   Español   Italiano   Français   Deutsch

Sérgio Moro lamenta mensagens liberadas pelo STF

'Exagero', diz Sergio Moro sobre preocupação com novo COAF
Imagem: Marcelo Fonseca/FolhaPress
COMPARTILHE

Magistrado retirou o sigilo das conversas eletrônicas entre Moro e procuradores da Lava Jato.

Sergio Moro, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, comentou sobre a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), de retirar o sigilo de suas conversas com os procuradores da operação “Lava Jato”. 

Os diálogos, que aconteceram entre os anos de 2015 e 2017, foram divulgados pelo site Intercept numa série de matérias conhecida como “Vaza Jato”.  

A decisão de Lewandowski abriu caminho para que a defesa de Lula tivesse acesso às conversas. 

Em comunicado, Moro tratou as conversas como “supostas mensagens” e voltou a afirmar que não reconhece a autenticidade das palavras, já que “não guarda mensagens de anos atrás”.  

Para ele, documentos do tipo não poderiam ser utilizados por terem sido obtidos por criminosos virtuais.  

“As referidas mensagens, se verdadeiras, teriam sido obtidas por meios criminosos, de celulares de Procuradores da República, sendo portanto, de se lamentar a sua utilização para qualquer propósito”, escreveu o ex-ministro.  

PUBLICIDADE

TÓPICOS
COMPARTILHE
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram

Comentários_

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião da RenovaMídia.

Ao comentar você concorda com nossos termos de uso e política de privacidade.

Assinar
Notificar quando
guest
1 Comentário
Feedbacks em linha
Ver todos os comentários
Almanakut Brasil
Almanakut Brasil
26 dias atrás

O HERÓI DA CAPA CURTA, A POLÍCIA FEDERAL, O JUDICIÁRIO E OS PODERES COM CHEIRO DE ENXOFRE OCULTARAM MAIS COISAS QUE HAVIAM NAQUELES GRAMPOS FEITOS CONTRA A MAIOR ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA DA HISTÓRIA DO BRASIL.

O QUE PODERIA CAUSAR UMA REVOLTA POPULAR SEM PRECENDENTES, FICOU SÓ AO CONHECIMENTO DAS FORÇAS ARMADAS?