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Soros prepara protestos caso Trump demita procurador especial

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Organização esquerdista financiada por Soros está preparando protestos por todo o país caso o presidente Donald Trump demita o procurador especial responsável por investigar a influência da Rússia na vitória de Trump em 2016.

Os grupos também prometeram protestos caso a Casa Branca substitua Rod Rosenstein, a autoridade do Departamento de Justiça que supervisiona a investigação Trump-Rússia.

De acordo com informações da Reuters:

Uma demissão do procurador especial Robert Mueller sinalizaria que Trump está agindo como se estivesse acima da lei, informou a MoveOn.org, que está planejando 800 manifestações espalhadas pelo país.

Cada Estado terá ao menos uma manifestação “Ninguém está Acima da Lei” e ao menos 320 mil pessoas se comprometeram a participar até o momento, segundo o site da organização.

Trump também irá provocar protestos se demitir o vice-secretário de Justiça dos EUA, Rod Rosenstein, que é responsável por supervisionar a investigação sobre a Rússia, ou se conceder indultos a associados alvos da investigação, como o ex-diretor de sua campanha, Paul Manafort, segundo a MoveOn.

A organização MoveOn é um dos vários braços progressistas do bilionário globalistas George Soros nos Estados Unidos.

Segundo informações da Fact Check, a MoveOn.org foi fundada em 1998 para fazer oposição ao impeachment do presidente Bill Clinton. Seus fundadores foram Joan Blades e Wes Boyd, um casal da Califórnia. A esposa escreve para o jornal da extrema-esquerda Huffington Post, enquanto o marido é um advogado que trabalha principalmente com causas progressistas.

O primeiro financiador da MoveOn foi o bilionário George Soros. O globalista gastou milhões em 2004 tentando, sem sucesso, derrotar o presidente George W. Bush.

A ONG Move On também participa do movimento de resistência ao presidente Donald Trump

Após mais de um ano, o procurador especial Robert Mueller não conseguiu encontrar nada indicando que a Rússia teve influência na vitória de Trump. Mas isso não foi suficiente para encerrar a investigação. Pelo contrário, Mueller agora está ampliando o escopo da investigação, vasculhando até as relações pessoais do presidente.

O presidente Trump classifica a investigação de “caça às bruxas” há um bom tempo e ele não está sozinho, como foi indicado em pesquisa recente do instituto Rasmussen Reports.

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