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STF define que advogados de Moro poderão questionar Bolsonaro

Advogado de Moro diz que depoimento presencial do presidente é exigência constitucional.

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Moro destaca 'compromisso' de Bolsonaro com o 'combate à corrupção'
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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, determinou, nesta sexta-feira (11), que o presidente da República, Jair Bolsonaro, terá que prestar depoimento pessoalmente no inquérito de suposta interferência na Polícia Federal (PF).

A acusação de ingerência na PF foi feita pelo ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

Em sua decisão, Mello explicita que os advogados de Moro poderão fazer perguntas ao presidente Bolsonaro. 

Em trecho da decisão, segundo o portal R7, o decano do STF define: 

“A ilustre Senhora Delegada de Polícia Federal deverá notificar os Advogados do Senhor Sérgio Fernando Moro, com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas, para que possam, querendo e agindo em nome de seu constituinte, participar do ato de interrogatório policial do Senhor Presidente da República, com direito à formulação de reperguntas, nos termos e com apoio nos fundamentos expostos no item n. 9 da presente decisão.”

Rodrigo Sánchez Rios, advogado do ex-ministro, afirmou que a decisão assegura igualdade de condições, uma vez que Moro foi ouvido presencialmente. 

“A decisão do ministro Celso de Mello determinando a oitiva presencial do Presidente da República na condição de investigado no âmbito do Inquérito 4831 assegura igualdade de condições entre as partes, uma vez que o ex-ministro Sergio Moro também foi ouvido presencialmente logo no início da investigação. A isonomia de tratamento é exigência constitucional inarredável”, disse Sánchez Rios.

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