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STF rejeita pedido do PT para impedir carreata pró-Bolsonaro

STF rejeita pedido do PT para impedir carreata pro Bolsonaro
Foto: Carlos Moura/SCO/STF
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Celso de Mello destacou a “liberdade de manifestação”, mas disse que abusos são puníveis.

Celso de Mello, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), ressaltou o “direito fundamental de reunião” e a “liberdade de manifestação” em decisão tomada nesta quinta-feira (7).

Enio Verri, líder do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara dos Deputados, pediu à Corte para proibir carreata de apoiadores do presidente da República, Jair Bolsonaro, marcada para esta sexta-feira (8).

O petista argumentou que o ato terá como alvo os ministros do Supremo, pedindo, inclusive, a “prisão dos envolvidos”.

Ao rejeitar o pedido, segundo o site Poder360, o decano do STF levou em conta o “direito fundamental de reunião e a liberdade de manifestação do pensamento”.

“Dois históricos precedentes do Supremo Tribunal Federal”, destacou o magistrado.

No entanto, Celso de Mello escreveu em seu despacho que “abusos e excessos cometidos no exercício da liberdade de expressão, como os crimes contra a honra (calúnia, difamação e injúria), são passíveis de punição penal porque não amparados pela proteção constitucional assegurada à livre manifestação do pensamento”.

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