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Supremo no exílio da Venezuela condena Maduro por caso Odebrecht

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O Supremo Tribunal venezuelano no exílio, nomeado pelo Parlamento controlado pela oposição, condenou nesta quarta-feira (15) o ditador Nicolás Maduro a 18 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro no caso Odebrecht.

O tribunal encontrou “comprovada comissão dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro”, e decretou que o presidente cumpra a pena no centro de detenção de Ramo Verde, no estado venezuelano de Miranda, informou o juiz Rafael Rommel-Gil em Bogotá.

O Supremo paralelo também decretou uma multa de 25 milhões de dólares por corrupção e de 35 milhões por lavagem de dinheiro, além da perda dos direitos políticos de Nicolás Maduro pelo tempo da pena.

Os juízes emitiram ainda uma ordem internacional de captura contra Maduro.

O Supremo no exílio realizou o julgamento no Congresso da Colômbia, após a denúncia apresentada pela procuradora-geral destituída Luisa Ortega, que fugiu da Venezuela em agosto de 2017, depois de ser removida do cargo pela Assembleia Nacional Constituinte, controlada pelo ‘chavismo’.

 

Adaptado da fonte AFP
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