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Terroristas de esquerda usam sequestros como arma no Paraguai

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
Terroristas de esquerda usam sequestros como arma no Paraguai

Além dos sequestros, o EPP gosta de queimar tratores, colheitadeiras e pequenos aviões que fazem fumigação de pesticidas em lavouras.

A guerrilha marxista EPP (Exército do Povo Paraguaio) segue ativa e aterrorizando a população de boa parte do centro-norte do Paraguai, sobretudo nos Departamentos de San Pedro e Concepción.

Criado no ano de 2008, mas com raízes em movimentos de esquerda radical do país desde a década de 1990, o EPP é adepto de uma ideologia marxista-leninista inspirada em outros grupos terroristas do continente, sobretudo as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).

A sua força, no entanto, é bem mais restrita do que tem as FARC, com um número de guerrilheiros armados que chegariam a algumas centenas, espalhados por acampamentos no meio da mata.

O modus operandi preferido do grupo terrorista EPP é o sequestro de autoridades e fazendeiros da região, grande produtora de soja, milho, tabaco e gado leiteiro. 

A guerrilha obtém boa parte do seu financiamento cobrando resgates milionários, que em geral são pagos pelas famílias dos sequestrados, informa o jornal Folha de S.Paulo.

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