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Tese do parlamentarismo branco foi criada para viralizar ódio, diz Maia

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Rodrigo Maia defende projeto único com o PSDB em 2022
Imagem: Reprodução/Twitter
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“Queremos que as prerrogativas parlamentares do Congresso Nacional sejam respeitadas”, disse Maia.

Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, elevou o nível das críticas ao governo Jair Bolsonaro em palestra, nesta sexta-feira (6), na Fundação Fernando Henrique Cardoso, em São Paulo

As declarações de Maia podem acirrar os ânimos nove dias antes das manifestações convocadas por movimentos alinhados à direita contra as atitudes recentes do Congresso Nacional e em defesa do governo Bolsonaro. 

Em entrevista coletiva após palestra no evento realizado na capital paulista, segundo o portal Terra, Maia exigiu respeito ao Parlamento:

“Não queremos um milímetro do que é responsabilidade do Executivo, mas queremos que as prerrogativas parlamentares do Congresso Nacional sejam respeitadas.” 

O parlamentar do DEM disse ainda que a narrativa sobre uma possível implementação de um Parlamentarismo Branco no Brasil foi criada para “viralizar ódio”:

“Cria-se conflitos onde não existe em um País com 11 milhões de desempregados. Não podemos discutir uma coisa criada para viralizar o ódio, que é essa questão de parlamentarismo branco. Essas teses são criadas para arranjar alvos para que os presidentes da Câmara, Senado e Supremo sejam atacados. Isso só atrasa as soluções.”

Assim como fez dias atrás, Maia rechaçou uma possível mudança do sistema presidencialista no país:

“Eu sou contra o parlamentarismo. O Parlamento precisa dar muitos passos para recuperar a credibilidade.”

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