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Tiros assustam comitiva do Secretário de Defesa dos EUA no Rio

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Acostumados a guerras, integrantes da comitiva militar de James Mattis, secretário de Defesa dos Estados Unidos, passaram por uma situação de alarme na noite de terça-feira (14) no Rio de Janeiro.

A comitiva norte-americana foi acordada às 4h com os sons de um tiroteio nas favelas Chapéu Mangueira e Babilônia, no Leme, na Zona Sul do Rio. Hospedados no mesmo bairro, o tiroteio foi assunto do café da manhã da comitiva.

“Acordei pensando que era um pica-pau, depois ficou claro que não era um pássaro. Todos ouviram, certamente o secretário também”, disse uma fonte da comitiva que pediu para não ser identificada.

Alguns americanos chegaram a se preocupar e se indagaram se os tiros não eram uma “provocação” pela primeira visita do chefe do Pentágono de Donald Trump à cidade. Na véspera, em reuniões em Brasília, James Mattis ofereceu mais cooperação ao Brasil na luta contra o narcotráfico internacional, como informações e dados de Inteligência.

No entanto, a avaliação dominante no fim foi de que se tratou de uma triste coincidência.

O tema da violência do Rio, sob intervenção federal na segurança, foi tema das conversas dos americanos em Brasília. Mattis perguntou diretamente sobre isso ao ministro brasileiro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, no encontro de segunda-feira em Brasília.

Na manhã desta terça-feira, Mattis fará uma palestra na Escola Superior de a Guerra, na Urca, antes de visitar o Memorial da Segunda Guerra Mundial, no Aterro, e então seguir para Buenos Aires, terceira parada de sua viagem de estreia pela América do Sul.

 

Com informações do EXTRA
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