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Tradutora de Libras não sabia como chamar Haddad de poste

Tradutora de Libras não sabia como chamar Haddad de poste
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Fake news, comunismo e kit gay. Estes termos, tão presentes no vocabulário do presidente eleito Jair Bolsonaro não são difíceis de serem traduzidos para Libras (a Língua Brasileira de Sinais).


Angela Mariano Julião é professora de surdos e intérprete da língua para surdos. Ela também é uma das três profissionais que acompanham Jair Bolsonaro em seus discursos.

O desafio, ela conta, foi explicar para surdos e deficientes auditivos o apelido que Bolsonaro usava para chamar seu adversário, Fernando Haddad, durante a campanha: poste.

A tradutora explicou:

A equipe de Bolsonaro me explicou o contexto de que Haddad estaria obedecendo às ordens do Lula e, baseado nisso, fiz a interpretação. Eram quatro sinais: o de metáfora (a mão esquerda aberta e a direita pontua com o indicador a frente e as costas da direita), Haddad (que são os dedos em forma de H, como se fosse um chifrinho, girando em frente da testa), o de poste e o de rosto.

 

Adaptado da fonte UOL

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