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Traficantes usam pandemia para expandir poder em favelas do Rio

Traficantes usam pandemia para expandir poder em favelas do Rio
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STF determinou a suspensão de operações policiais em favelas do Rio durante a pandemia de coronavírus.

Nas últimas semanas, um grupo de traficantes vem ampliando o controle sobre favelas da Zona Norte do Rio de Janeiro.

Os bandidos passaram a chamar a região de “Complexo de Israel”, utilizando símbolos religiosos e a bandeira do país hebreu como forma de demonstrar domínio do território. 

As comunidades afetadas são Cidade Alta, Vigário Geral, Parada de Lucas, Cinco Bocas e Pica-Pau.

No processo de expansão, os traficantes estão deixando rastros de violência e terror. 

O chefe do bando é o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como Peixão, que tem 34 anos e 35 crimes no prontuário. “Ele já foi investigado, indiciado e denunciado, mas nunca preso”, destaca a revista Oeste.

De acordo com o jornal Gazeta do Povo, o tenente-coronel Mauro Fliess, porta-voz da PM do RJ, declarou:

“Se o gelo não for enxugado, a casa será inundada. Então, é importante sim uma presença da polícia militar em áreas conflagradas. Sempre respeitando a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) mas é importante não só para prender criminosos, retirar armas de circulação e também para evitar esse deslocamento de grupos de criminosos em busca de uma expansão territorial.”

A decisão a que ele se refere foi tomada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin.

Como noticiou a RenovaMídia, Fachin determinou a suspensão de operações policiais em favelas do Rio durante a pandemia de coronavírus, exceto em “hipóteses absolutamente excepcionais”.

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