Três generais mortos em Cuba após protestos pró-democracia

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Três membros militares do Partido Comunista morreram nos últimos dias.

Três membros do alto escalão das Forças Armadas de Cuba morreram desde o início dos protestos pró-democracia que assolaram a ilha dias atrás.

No último domingo (25), o general da Divisão de Reserva, Rubén Martínez Puente, se tornou o terceiro general cubano na ilha a morrer desde os atos de 11 de julho. 

Martínez tinha 79 anos. As Forças Armadas Revolucionárias (FAR) de Cuba confirmaram sua morte em uma breve nota.

Assim como seus predecessores, o regime comunista não especificou a causa da morte de Martínez.

Na semana passada, Marcelo Verdecia, general cubano e ex-guarda-costas do ditador Fidel Castro, também veio a óbito, como revelou a Granma, mídia estatal do Partido Comunista.

A morte do general de divisão Agustín Peña, comandante do Exército Oriental de Cuba, também foi confirmada dias atrás após rumores de infecção pelo novo coronavírus

Peña, que tinha 57 anos, ocupava um posto militar importante e era membro do comitê central do Partido Comunista. 

O regime cubano também não divulgou a causa da morte nem ofereceu qualquer indicação do que precedeu seu falecimento, destaca o jornal Prensa Latina.

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