Donald Trump bloqueou agenda abortista do Canadá no G7

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No período que antecedeu a cúpula deste ano do G7 em Quebec, as autoridades canadenses foram explícitas: mulheres e crianças seriam tema central, e um componente essencial da discussão seria o aborto.

Mas quando as declarações finais foram divulgadas, toda a linguagem sobre “direitos reprodutivos” foi removida e, de acordo com a Devex, “a delegação dos EUA foi responsável pela linguagem oficial mais suave”.

O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, seguindo o famoso exemplo da Suécia, caracterizou seu governo e sua política externa como “feministas”. Ele emprega cotas para garantir que metade dos membros do seu governo sejam mulheres e impõe regulamentos a seu partido para apoiar medidas e candidatos pró-aborto.

Pela primeira vez, como anfitrião do G7, o Canadá estabeleceu um Conselho Consultivo para a Igualdade de Gênero, que apresentou suas recomendações para integrar a questão de gênero no trabalho do G7. Outros pontos incluíram uma declaração de mais de sessenta feministas apelando para o fim da “criminalização ou regulamentação restritiva do aborto”.

O Conselho também incluiu o aborto em suas recomendações, que classificava o aborto como um componente da assistência humanitária e estimulava uma cobertura subsidiada pelos governos do aborto.

Vários líderes do G7 pediram a inclusão da linguagem dos “direitos reprodutivos” nas declarações oficiais, mas isso se mostrou impossível sem o apoio dos Estados Unidos.

Mais uma vitória pró-vida do governo Donald Trump.

 

Traduzido e adaptado de Life Site News

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