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5 ações de Trump para combater a ONU em 2017

Enquanto Barack Obama colocou a ONU na frente dos interesses do seu próprio país, o presidente Donald Trump está lutando pela soberania americana.

Confira 5 pontos onde o presidente dos Estados Unidos bateu de frente com a Organização das Nações Unidas em 2017:

 

1. Saída do Acordo Climático de Paris

Em junho, o presidente Trump abandonou o plano da administração Obama para forçar os EUA a suportar o ônus econômico de enfrentar a mudança climática global, mesmo com o Acordo sem apresentar um grande impacto sobre as temperaturas globais.

A inconsistência do Acordo de Paris é tão visível que, mesmo após Trump deixá-lo, os Estados Unidos apresentaram redução na emissões nocivas, enquanto os membros do tratado, China e Índia, bateram novos recordes de poluição.


2. Discurso na Assembléia Geral da ONU

Trump fez um dos seus melhores discursos na ONU em setembro, ameaçando abertamente a destruição da Coréia do Norte, dizendo a verdade sobre o regime do Irã, denunciando as mazelas do socialismo na Venezuela, e defendendo a ideia de soberania nacional em vez de governos regidos por burocratas globalistas.


3. Saída da UNESCO

Em outubro, Donald Trump retirou os EUA da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) por causa de seu viés anti-Israel e antissemita.

A embaixadora dos EUA pra ONU, Nikki Haley, declarou:

Assim como dissemos em 1984, quando o presidente Reagan deixou a UNESCO, os contribuintes dos EUA não devem mais pagar políticas hostis aos nossos valores e que zombam da justiça e do senso comum.

Dias atrás, Israel seguiu os passos de Trump e também anunciou sua saída da organização.


4. Saída do Pacto Global de Migrações

No início de dezembro, o presidente Trump retirou os EUA de um pacto global que colocava o controle das fronteiras americanas nas mãos dos globalistas. O acordo também tinha outras medidas estranhas, como um compromisso de fornecer “acesso a serviços de saúde sexual e reprodutiva” aos migrantes.


5. Embaixada em Jerusalém

Ao reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e anunciar que os EUA estariam mudando sua embaixada para lá, o presidente Trump estava reconhecendo a realidade e também desafiando a ONU.

Dias atrás, as Nações Unidas aprovaram uma resolução ridícula e sem valor algum no Conselho de Segurança contra a decisão de Trump.

Após a votação, Donald Trump manteve sua palavra e cortou 285 milhões de dólares do financiamento dos EUA para a ONU.

 

Com informações de: (1)

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