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Grande mídia tenta manter viva a narrativa da influência russa

US President Donald Trump waits for a meeting with South Korea's President Moon Jae-in and others in the Cabinet Room of the White House June 30, 2017 in Washington, DC. / AFP PHOTO / Brendan Smialowski        (Photo credit should read BRENDAN SMIALOWSKI/AFP/Getty Images)

Cada vez mais encurralada com a divulgação do memorando e com a investigação sobre o dossiê falso financiado pelos Democratas, a mídia globalista continua lançando matérias “avassaladoras” com base em fontes anônimas.

Na noite dessa quinta-feira (25/01), o jornal globalista New York Times publicou matéria com o título “Trump ordenou demissão de Mueller, mas voltou atrás quando o Conselho da Casa Branca ameaçou renúncia. Dois parágrafos são suficientes para definir a intenção do texto:

O presidente Trump ordenou demissão de Robert S. Mueller III, conselheiro especial que supervisiona a investigação da Rússia, em junho do ano passado, de acordo com quatro pessoas que falaram sobre o assunto, mas, em última instância, voltou atrás depois que o advogado da Casa Branca ameaçou renunciar ao invés de cumprir a diretriz.

Depois de receber a ordem do presidente de demitir o Sr. Mueller, o advogado da Casa Branca, Donald F. McGahn II, se recusou a pedir ao Departamento de Justiça para demitir o procurador especial, dizendo que ele iria renunciar ao invés disso, disseram as pessoas. Eles falaram sob a condição de anonimato porque não queriam ser identificados discutindo uma investigação contínua.

Reparem na frase em destaque no final da citação acima. Já vimos este filme antes inúmeras vezes. A mídia globalista está acostumada a fazer matérias com manchetes avassaladoras baseada em fontes anônimas que, com o passar do tempo, na maioria das vezes, se mostram falsas, redigidas com o único objetivo de manter viva a narrativa Trump-Rússia.

Dia após dia, nós estamos sabendo cada vez mais informações sobre o viés anti-Trump arraigado profundamente no núcleo desta investigação em busca de provar conluio entre a campanha de Donald Trump com a Rússia.

As notícias sobre as milhares de mensagens trocadas entre agentes corrompidos dentro do FBI, envolvidos diretamente com a investigação de Robert Mueller, deixam claro que o objetivo por trás desta empreitada liderada pelo procurador-especial não é apurar os fatos de forma honesta, mas procurar motivos para derrubar um presidente eleito de forma democrática.

Conectado com a questão das mensagens de texto, a investigação sobre o dossiê falso produzido por um espião britânico, contratado por uma firma norte-americana e financiado pela campanha de Hillary Clinton e o partido Democrata continua em andamento pelo Comitê de Inteligência do Congresso.

Vários fatores indicam que este dossiê foi utilizado pelo FBI como evidência cabal para conseguir uma permissão FISA, permitindo que a administração Obama utilizasse as agências de inteligência do país para espionar a campanha de Trump, candidato do partido republicano.

Para rebaixar ainda mais a credibilidade da investigação do procurador-especial Mueller contra Trump,  nos últimos dias tomamos conhecimento sobre um memorando circulando no Capitólio que comprovaria a existência de uma “sociedade secreta” envolvendo agentes dos órgãos de inteligência, funcionários de carreira do governo norte-americano e membros do alto escalão da administração Obama.

O objetivo desta sociedade seria impedir que Donald Trump fosse eleito presidente dos Estados Unidos. No entanto, após falharem miseravelmente, o grupo decidiu iniciar utilizar os meios jurídicos, com apoio da mídia globalista, para derrubar Trump. A investigação Trump-Rússia é a única esperança deles para vencer esta batalha.

A situação não está nada fácil pra grande mídia. Está cada vez mais difícil para eles esconderem o lado obscuro por trás da narrativa que conecta a vitória de Trump com ações do governo russo.

Não é à toa que estamos vendo tantas notícias avassaladoras no início deste ano. A velha imprensa precisa criar uma cortina de fumaça. Podemos citar, apenas nos últimos, notícias sobre o interrogatório do ex-diretor do FBI, a entrevista com o Ministro da Justiça, Mueller ameaçando convocar Trump para depor, entre outras.

Esta matéria do New York Times é mais uma das várias notícias criadas apenas para manter a investigação em evidência, criando a narrativa para os âncoras das grandes redes de televisão manterem as pessoas entretidas e seguindo a programação estabelecida pelos globalistas.

Por falar nisso, o jornal NY Times recebeu o prêmio principal do “Fake News Awards” pela publicação de matéria dizendo que a economia americana nunca iria se recuperar depois da vitória de Trump na eleição presidencial.

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