Trump reforça proteção para médicos que se opõem ao aborto

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TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

O Departamento de Saúde e Serviços Humanos anunciou a criação da Divisão de Consciência e Liberdade Religiosa.


Mais de oito meses desde que o presidente Trump assinou uma ordem executiva instruindo as agências para expandir a liberdade religiosa sob a lei federal, sua administração apresentou alguns resultados nesta quinta-feira (18/01).

O anúncio da criação da nova divisão é uma reação aos vários regulamentos da era Obama – incluindo o requisito do Obamacare de que os empregadores devem fornecer contraceptivos para seus funcionários ou receber multas, uma demanda absurda, segundo disseram os críticos conservadores.

Embora o Supremo Tribunal de Justiça tenha anulado essa questão do anticoncepcional, houve inúmeros outros abusos dos direitos civis durante o período em que o ex-presidente Obama esteve no poder.

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Por exemplo, Sara Hellwege, uma parteira certificada, afirma que foi rejeitada por um emprego em um centro de saúde por causa de suas visões pró-vida.

O Ministério de Saúde garante que a nova Divisão de Consciência torna mais fácil para médicos, enfermeiros e outros provedores de saúde optar por excluir serviços que violem suas crenças morais ou religiosas. E assegurará que hospitais, clínicas e outros centros de saúde acomodem crenças religiosas.

Com as mudanças, profissionais da área da saúde que tenham objeções morais ou religiosas a determinadas práticas médicas podem se declarar impedidos de atuar, sem sofrer punições.

Para não perder o costume, ativistas de esquerda criticaram a medida alegando que ela facilita a discriminação por parte dos profissionais da saúde contra homossexuais.

A Liga Nacional pelos Direitos do Aborto disse em comunicado que o Departamento de Saúde da administração Trump é um lugar onde “ciência, ética e preocupação com o bem-estar de todos os americanos são inexistentes”.

No entanto, a decisão anima ainda mais a base de Trump, especialmente os evangélicos. Cerca de 63% deles aprovam o trabalho que o presidente está fazendo.

 

Com informações de: [FoxNews]

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