Tucanos investigados pela PF complicam a vida de Alckmin

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Tucanos investigados pela PF complicam a vida de Alckmin
TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Em duas semanas, PSDB teve dois candidatos ao Senado alvos de ações da PF – um deles foi até preso – e também um governador que tenta a reeleição.


Não bastassem as dificuldades que já enfrenta na campanha, Geraldo Alckmin (PSDB) acumula uns problemas extras causados por próprios aliados.

Em especial, três deles – um candidato a governador e dois ao Senado – que ganharam o noticiário por razão diversa da política: se viram alvos de buscas, apreensões e até prisão.

São três tucanos que, antes desses sobressaltos com a Justiça, vinham bem nas pesquisas e com vitória quase assegurada no pleito. A história, para alguns deles, agora é outra.

O ex-governador Beto Richa, do Paraná, que é um dos vice-presidentes da legenda, passou quatro dias preso acusado de integrar um esquema de propina, fruto de licitações irregulares, lavagem de dinheiro e obstrução de Justiça.

Candidato à reeleição em Mato Grosso do Sul, e até com chances de vitória no primeiro turno, o governador Reinaldo Azambuja, também do PSDB, teve sua casa e gabinete alvo de buscas e apreensões na Operação Vostok.

Figura de proa no partido, e também um dos vice-presidente da legenda, o ex-governador Marconi Perillo, de Goiás, foi o mais recente tucano atingido por uma ação da Polícia Federal, na operação Cash Delivery.

Adaptado da fonte Gazeta do Povo

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