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‘Tudo nulo’, diz procurador sobre inquérito das fake news

STF retoma DPVAT ao suspender MP de Bolsonaro
Imagem: Reprodução/Twitter
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“Tudo nulo, como estamos alertando há mais de um ano”, diz procurador.

Bruno Calabrich engrossou o coro, nesta quarta-feira (27), de procuradores da República apontando a ilegalidade do controverso inquérito das fake news do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ao comentar sobre os 29 mandados de busca e apreensão expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes, Calabrich foi enfático:

“Tudo nulo, como estamos alertando há mais de um ano. Não precisa nem saber quem são os alvos dessas buscas.”

A também procuradora Janice Ascari, integrante da força-tarefa da operação “Lava Jato” em São Paulo, reforçou o posicionamento de Calabrich:

“Você, o Vladimir Aras e eu estamos reiteradamente dizendo isso desde março de 2019. Bem antes de virar modinha. Bem antes de o inquérito ser apoiado pela OAB, associações de juízes e pela AGU.”

Mais cedo, a procuradora Thaméa Danelon enfatizou que o inquérito é “completamente ilegal e inconstitucional”.

“Na data de hoje, outras buscas e apreensões igualmente indevidas foram realizadas. No meu entender, tudo seria NULO de pleno Direito”, disse Danelon.

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