Turquia prendeu quase mil pessoas por críticas à invasão da Síria

COMPARTILHE

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no reddit
Compartilhar no email

O número de pessoas detidas na Turquia por críticas à ofensiva militar contra o enclave curdo em Afrin, no norte da Síria, lançada em 20 de janeiro, subiu para 786, informou hoje (19/02) o canal CNNTurk.

O balanço divulgado pelo Ministério do Interior da Turquia há uma semana era de 666 detidos.

Os detidos são acusados pelo regime islâmico de “propaganda terrorista” a favor do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK). Segundo autoridades de Ancara, o grupo está conectado com a milícia curda Unidades de Proteção do Povo (YPG), que o exército turco combate em Afrin.

O líder do regime islâmico turco, Recep Tayyip Erdogan, proibiu qualquer protesto público contra a operação militar “Ramo de Oliveira” e tem insistido que a população turca apoia integralmente a operação.

Diversos ativistas denunciaram que, na atual situação, dizer simplesmente que se prefere a paz à guerra é considerado um crime na Turquia.

O Partido Democrático dos Povos (HDP) posicionou-se claramente contra a intervenção militar, posição igualmente manifestada por 173 escritores, artistas e intelectuais numa carta aberta.

O exército da Turquia indica que, desde o início da ofensiva, neutralizou 1.641 combatentes curdos, enquanto o Observatório Sírio dos Direitos Humanos fala sobre 163 curdos mortos, além de pelo menos 77 civis.

Com informações de: [NOM]

TÓPICOS

COMPARTILHE

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no reddit
Compartilhar no email

Newsletter

Receba as principais notícias do dia, assine nossa newsletter gratuita.