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UE estuda pagar 6 mil euros por cada imigrante ilegal acolhido

Os engravatados da União Europeia estudam oferecer 6 mil euros aos países do bloco para cada imigrante ilegal acolhido após ser transportado através do mar Mediterrâneo até o continente europeu.

A medida seria uma forma de incentivar todos os países integrantes do bloco a mostrarem “solidariedade” à política de fronteiras abertas, cujo principal incentivador é o bilionário húngaro-americano, George Soros.

Os países do leste europeu, sob a liderança da Hungria, e, agora, com o apoio do governo direitista da Itália, estão se levantando contra esta política dos burocratas europeus.

Tendo em vista o momento complicado, a União Europeia está decidindo oferecer incentivos financeiros aos países do bloco para estimular o recebimento dos imigrantes recolhidos no mar Mediterrâneo

A informação foi revelada pelo jornal Financial Times, que diz que a proposta será apresentada pela Comissão Europeia, poder Executivo da UE, nesta terça-feira (24). No entanto, o pagamento seria limitado a um número máximo de 500 pessoas.

De acordo com informações da ANSA:

Essa cifra corresponde a apenas 0,93% dos 53,269 mil deslocados externos que já cruzaram o Mediterrâneo até a Europa em 2018.

Bruxelas também defenderá a criação de “centros controlados” para Estados-membros que se ofereçam para receber migrantes e refugiados.

Com isso, a UE espera convencer a Itália a permitir que navios que resgatam pessoas no mar ancorem em seus portos.

Atualmente, o Estado-membro da UE que mais acolhe refugiados e solicitantes de refúgio em relação a sua população é a Suécia, com 292.608 (2,92% de seu total de habitantes).

Em seguida aparecem Malta, com 9.378 (2,03%); Áustria, com 171.567 (1,95%); Chipre, com 15.063 (1,69%); e Alemanha, com 1.399.669 (1,69%).

A Itália é o 11º, com 353.983 (0,58%), atrás de Grécia, com 83.220 (0,77%); Dinamarca, com 39.937 (0,69%); Holanda, com 109.678 (0,64%), Luxemburgo, com 3.541 (0,59%); e França, com 400.304 (0,59%).

Já os que menos acolhem são Portugal, com 1.668 (0,01%); Eslováquia, com 949 (0,01%); Croácia, com 919 (0,02%); Romênia, com 5.464 (0,02%); e Estônia, com 455 (0,03%).

Os dados são do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) e do Banco Mundial

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