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Uma em cada cinco crianças sofre com a pobreza na Alemanha

Na Alemanha, o motor econômico do continente europeu, a economia vai bem e os cofres públicos estão cheios. Mas cerca de 20% dos menores de 18 anos crescem em estado de “pobreza relativa”.

A ideia de que todos vivem bem na Alemanha, como costuma dizer a chanceler Angela Merkel, perde sua força diante de estatísticas que apontam que uma em cada cinco crianças vive na pobreza na maior economia da Europa.

De acordo com informações do Correio Braziliense:

Na Alemanha, que se orgulha de ter reduzido o desemprego ao nível mais baixo desde a reunificação alemã, mais de um terço dos 2,8 milhões de crianças pobres são de famílias com pais empregados, aponta Heinz Hilgers, presidente da Federação de Proteção da Infância (Kinderschutzbund).

Além do aspecto material, a descoberta das crianças que pertencem a este grupo desfavorecido é devastadora, afirma Klaus Hurrelmann, professor da Hertie School of Governance de Berlim.

“É uma espiral: os meninos se sentem excluídos, começam a sentir vergonha de não poder participar das excursões do colégio, nem convidar amigos para seus aniversários. Acabam perdendo a confiança em si mesmos, deixando de ser aplicados no colégio, porque a pobreza material também é uma pobreza de educação e cultura”, acrescenta o especialista.

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