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União Europeia dá ultimato a Maduro antes de reconhecer Guaidó

União Europeia dá ultimato a Maduro antes de reconhecer Guaidó

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Federica Mogherini, alta comissária da União Europeia, reiterou neste sábado (26) a posição para a “realização urgente de eleições presidenciais livres, transparentes e confiáveis” na Venezuela.

Os governos da Espanha, França, Alemanha e Reino Unido deram neste sábado (26) um ultimato de oito dias ao ditador venezuelano Nicolás Maduro para convocar eleições.

Caso o regime chavista rejeite a proposta, os países europeus devem reconhecer o líder parlamentar opositor Juan Guaidó como “presidente” interino.

O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, afirmou:

“Se no prazo de oito dias não acontecer uma convocação de eleições justas, livres e transparentes na Venezuela, a Espanha reconhecerá Juan Guaidó como presidente da Venezuela.”

O ultimato foi seguido por França e Alemanha com poucos minutos de intervalo. Algumas horas depois, o Reino Unido também se uniu ao movimento de pressão.

O presidente francês Emmanuel Macron divulgou uma mensagem em sua conta no Twitter:

“O povo venezuelano deve poder decidir livremente seu futuro. Sem eleições anunciadas dentro de oito dias, estamos prontos para reconhecer Juan Guaidó como ‘presidente encarregado’ da Venezuela” para implementar tal processo político.”

Algumas horas depois, segundo o “Correio Braziliense“, o chanceler britânico Jeremy Hunt aumentou a pressão:

“Juan Guaidó é a pessoa necessária para fazer com que a Venezuela avance. Se não forem anunciadas novas eleições imparciais em oito dias, o Reino Unido o reconhecerá como presidente interino para fazer com que avence o processo político em favor da democracia.”

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