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Urna eletrônica também causa polêmica nos EUA

Urna eletrônica também causa polêmica nos EUA
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Justiça da Georgia, no sudeste dos Estados Unidos, avalia a possibilidade de abandonar sistema eletrônico e substituí-lo por cédulas de papel a partir das eleições de 2020.

Uma juizá federal de Atlanta, sudeste dos Estados Unidos, negou uma moção para forçar o estado da Geórgia a trocar as urnas eletrônicas por cédulas de papel nas eleições de 6 de novembro.

A juíza distrital Amy Totenberg também indicou que no futuro ela estaria preparada para determinar, e rapidamente, que os americanos têm o direito a votar de uma maneira que não pode ser hackeada.

A moção foi apresentada em agosto por defensores da integridade eleitoral que buscam obrigar o secretário de Estado, Brian Kemp, a abandonar o sistema estadual de votação eletrônica sem papel.

Eles dizem que, ao não fazê-lo, privaria os 6,8 milhões de eleitores da Geórgia de seu direito constitucional de votar, e que as próprias máquinas eram vulneráveis à pirataria – especialmente por governos estrangeiros.

 

Adaptado da fonte Gazeta do Povo

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