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Usar crianças para impulsionar a histeria climática é cruel

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Usar crianças para impulsionar a histeria climática é cruel
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Mesmo com a certeza de que o mundo chegaria ao fim nos próximos anos, seria desumano sobrecarregar as crianças com este conhecimento.

O que é especialmente perturbador é que as crianças estão sendo ensinadas o oposto da empatia. Empatia é o valor mais importante que um adulto pode passar a uma criança. Mas o que essas crianças estão sendo incentivadas a se tornar nada mais é do que fanáticos religiosos de olhos arregalados, onde os não-crentes são identificados como inimigos, como hereges que procuram destruir o mundo e matar todos.

Mesmo que a narrativa que coloca os humanos como causadores das mudanças climáticas seja uma realidade, sobrecarregar as crianças com um discurso histérico de proteção ambiental é indefensável. Atacar a infância de milhões de crianças alardeando que o mundo vai acabar nos próximos anos é cruel.

Não se faz isso com crianças. Não é justo destruir a infância delas com uma sensação de apocalipse iminente. Também não é de responsabilidade das crianças consertar esta bagunça. Essa responsabilidade recai sobre os adultos, e outra responsabilidade que recai sobre os adultos é não apenas proteger as crianças, mas também proteger sua inocência, protegê-las dos horrores da vida real, proteger a magia daqueles anos maravilhosos.

Infelizmente, uma vez que você percebe que esta agenda não quer apenas “salvar o planeta”, mas também é um movimento político com um viés um tanto quanto esquerdista, esse ato deliberado de aterrorizar crianças com falácias é revelado como algo verdadeiramente traiçoeiro.

Na última sexta-feira, 20 de setembro, nós vimos protestos mundo afora supostamente liderados por uma adolescente que falta aulas em defesa do planeta. “Greta Thunberg, a ativista de 16 anos que está por trás da greve global pelo clima”, diz a manchete do G1, portal de notícias do Grupo Globo.

As escolas são locais de extrema importância para ativistas ambientais implementarem seu discurso. É este local que faz a conexão entre pais e filhos. É nessa instituição onde a mente da criança é abusada sem piedade com o objetivo de destruir o bem mais precioso da infância: a inocência.

Essas pessoas abusam incansavelmente de seu poder de sexualizar nossos filhos, impulsionam dia após dia a narrativa sobre a ideologia de gênero, radicalizam as crianças politicamente e, agora, estão tão desesperadas para culpar a humanidade pelas mudanças climáticas do planeta, que colocaram em atuação uma campanha de propaganda de grande porte para assustá-las o máximo possível.

Da mesma maneira que fascistas e tiranos abusaram de crianças no passado, estamos vendo nossos próprios filhos se transformarem em integrantes de um movimento cheio de fanáticos ignorantes e raivosos.

Para os ativistas climáticos não existe discordância. É preciso aceitar a narrativa de que o apocalipse está virando a esquina e que o único culpado por esta chegada iminente é o ser humano. É o canudo de plástico que você utilizou para tomar uma latinha de refrigerante. Enquanto isso, os países asiáticos, liderados pela China, continuam sendo responsáveis pela maior parte da poluição plástica do globo.

Algumas das crianças carregando cartazes amedrontadores nos protestos tinham menos de oito anos. Ao invés de bater bola na rua, andar de bicicleta, brincar de boneca, jogar videogame, os nossos filhos estão estressados com a possibilidade de presenciar a própria extinção.

Mesmo com a certeza de que o mundo chegaria ao fim nos próximos anos, seria desumano sobrecarregar as crianças com este conhecimento. Somente um vilão roubaria das crianças os preciosos anos da infância.

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Este texto é uma adaptação da coluna do norte-americano John Nolte, no site Breitbart.
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