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Veganos da França afirmam que ações violentas são necessárias

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Os açougues na França têm sido alvo de ataques nos últimos meses.

Tiphaine Lagarde, do coletivo 269Life, diz que ações ativistas tradicionais não funcionam mais.

A ativista vegana declarou:

É importante para nós não praticar o militantismo tradicional, ou seja, petições e coisas do tipo. É um militantismo que, há 30 anos, não serve para nada, não fez nada pelos animais. Então fizemos a escolha de um novo caminho estratégico, que já se mostrou eficaz em outros movimentos sociais, como o feminista, que é o da ação direta.

Algumas das chamadas “ações diretas” são ilegais, como, por exemplo, a invasão de abatedouros.

Tiphaine acrescentou:

Quando manifestamos na rua com um cartaz, nos adequamos ao desejo do governo. Pedimos reformas legislativas que não chegam nunca. Vemos claramente na França: as reformas sobre o bem estar animal nunca nem chegaram ao Parlamento. A ação direta devolve o poder político aos cidadãos, porque, no lugar de pedir mudanças ao Estado, agimos por conta própria.

A ativista também lembra que a França “não quer reformar o estatuto dos animais, então nós vamos aos abatedouros precisamente para nos colocarmos entre a faca e as vítimas, que são os bichos”.

 

Adaptado da fonte RFI

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