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Veja entra no time do Intercept e da Folha contra a Lava Jato

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Veja entra no time do Intercept e da Folha contra a Lava Jato
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“Embora permaneça com apoio popular, o ministro está com a imagem de herói arranhada”, afirma a revista Veja.

Apesar de não anunciar a parceria com o Intercept oficialmente, a revista Veja publica, em sua edição que chega às bancas nesta sexta-feira (28), matéria baseada nas supostas mensagens vazadas pelo site alinhado à extrema esquerda.

A revista conversou com duas supostas testemunhas ocultas que teriam sido procuradas pelo Ministério Público Federal (MPF) a conselho do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, de acordo com as mensagens vazadas pelo site Intercept.

Segundo a Veja, Nilton Aparecido Alves e Mário César Neves foram contatados pela equipe do procurador da República, Deltan Dallagnol, após uma suposta dica de Moro, que na época atuava com juiz federal em Curitiba, no Paraná.

A revista chega a conclusão que, “se for verdade, a situação de Moro complica-se ainda mais do ponto de vista jurídico. A comprovação de que o Ministério Público, de fato, não apenas ouvia, mas seguia suas orientações, reforça a tese de que, quando magistrado, Moro abandonou a posição de imparcialidade para instruir um dos lados da ação, algo considerado ilegal pelo Código de Processo Penal”.

“Embora permaneça com apoio popular, o ministro está com a imagem de herói arranhada”, acrescenta a Veja.

Moro afirma que as mensagens foram obtidas através de um ataque cibernético e não reconhece a autenticidade das mesmas.

“É uma divulgação de mensagens que não se tem demonstração de autenticidade e que são divulgadas com absoluto sensacionalismo”, afirmou Moro, em discurso nesta sexta-feira (28).

Na conclusão da reportagem, a revista afirma que “encaminhou oito perguntas à força-tarefa em Curitiba. Perguntou se os procuradores intimaram e ouviram formalmente o técnico em contabilidade Nilton Aparecido Alves ou o empresário Mário César Neves, que argumentos utilizaram para procurar as duas testemunhas e quem foi o responsável pela tomada dos depoimentos. Até o fechamento desta edição, não houve resposta”.

“O contato não foi por Telegram”, ironiza a Veja ao finalizar a reportagem. Confira a matéria na íntegra.

Ao que tudo indica, esta é a primeira de uma série de reportagens que a revista Veja vai publicar com base no material obtido pelo site Intercept. O jornal Folha de S. Paulo seguiu o mesmo caminho alguns dias atrás.

O comentarista político, Carlos Andreazza, da rádio Jovem Pan, informou durante participação no Programa do Pânico, que “a revista Veja se integrará ao grupo – que já tem a Folha – que divulgará o conteúdo administrado pelo Intercept”.

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