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Velha imprensa dos EUA chega ao fundo do poço

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Veículos da velha imprensa norte-americana perderam credibilidade após confirmação de que não houve conluio entre Trump e os russos.

O relatório final do procurador especial, Robert Mueller, confirmou aquilo que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sempre disse: não houve conluio entre a campanha republicana e o governo da Rússia na eleição presidencial de 2016.

E agora vem o acerto de contas para a grande imprensa e os comentaristas, diz matéria do jornalista Paul Farhi, traduzida pelo jornal Gazeta do Povo.

Depois de mais de dois anos de intensa cobertura e especulações intermináveis ​​sobre um possível conluio entre a campanha presidencial de Donald Trump e agentes russos em 2016, o procurador especial Robert Mueller causou uma grande reviravolta no domingo.

O procurador-geral William Barr retransmitiu as principais conclusões de Mueller em um resumo de quatro páginas da investigação de 22 meses: as evidências eram insuficientes para concluir que Trump ou seus associados conspiraram com os russos para interferir nas eleições.

O anúncio de Barr caiu como um raio para os principais veículos de notícias e para o quadro de comentaristas, em sua maioria liberais, que passaram meses enfatizando a narrativa de um possível conluio em colunas de opinião e discussões em painéis na TV a cabo.

Em uma coluna publicada no último sábado (23), um dia antes de Barr colocar o último prego no caixão do conluio, Matt Taibbi, da revista Rolling Stone, declarou:

“Ninguém quer ouvir isso, mas a notícia de que o procurador especial Robert Mueller vai para casa sem emitir novas acusações é um golpe mortal para a reputação da mídia americana.”

Taibbi acrescentou:

“Nenhuma acusação da imprensa contra Trump a partir de agora vai ter credibilidade para uma grande parcela da população.”

Taibbi escreveu que as reportagens e artigos de opinião que afirmavam que houve conluio entre Trump e a Rússia pertencem à lata de lixo de outras histórias descartadas, como a de que o Iraque possuía armas de destruição em massa, antes da invasão dos EUA em 2003.


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