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Venezuela está perto de ficar sem combustíveis

Venezuela está perto de ficar sem combustíveis
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

A medida que a pressão internacional contra Maduro aumenta, a situação petrolífera da Venezuela fica cada vez pior.


Navios petroleiros da russa Lukoil, Repsol, da Espanha, e da gigante americana Chevron que se destinavam à Venezuela foram retardados, suspensos ou redirecionados na última semana.

O motivo? Problemas no pagamento, segundo fontes a par das movimentações ouvidas pelo jornal Valor Econômico.

O ministro do petróleo da Venezuela, Manuel Quevedo, afirmou que seu país está exigindo pagamento adiantado pelos carregamentos, por causa das sanções impostas pelos Estados Unidos.

A maior parte do comércio mundial de petróleo é feita em dólares. Por este motivo, o governo norte-americano pode controlar de perto este tipo de movimentação financeira.

Como você viu na RENOVA, empresas com sede fora dos EUA que compram petróleo da Venezuela através do sistema financeiro americano têm até o dia 28 de abril para interromper a importação.

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