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Venezuela ignora ultimato da União Europeia por novas eleições

Venezuela ignora ultimato da União Europeia por novas eleições
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Em reunião nas Nações Unidas, no último sábado (26), o regime chavista rechaçou o ultimo dado pela União Europeia para realização de novas eleições até oito dias.

Países que formam a União Europeia foram claros em suas asserções.

A ditadura de Nicolás Maduro deve organizar novas eleições ou o líder opositor Juan Guaidó será reconhecido formalmente como presidente interino da Venezuela.

O chanceler venezuelano Jorge Arreaza disse entender que haja “governos satélites” que se dobram à decisão dos Estados Unidos de declarar ilegítimo o “presidente” Maduro.

Em uma sessão especial do Conselho de Segurança da Venezuela, segundo a “ISTOÉ“, Arreaza declarou:

“Mas a Europa? Seguindo os Estados Unidos? Nem tanto os Estados Unidos, mas o governo de Donald Trump? A Europa? Nos dando oito dias de quê? De onde vocês tiram que têm algum poder para dar prazos ou ultimatos a um povo soberano? De onde tiram que tão ação intervencionista e, diria eu, até infantil?”

E, em tom desafiante, concluiu:

“Ninguém vai nos dar prazos, nem vão nos dizer se fazem eleições, ou não.”

Ao longo do discurso, ele agitou diversas vezes a Carta das Nações Unidas em uma mão e uma edição em miniatura da Constituição bolivariana na outra.

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