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Venezuelanas se prostituem para sobreviver na fronteira com a Colômbia

Desde 2015, aproximadamente 672 mil venezuelanos cruzaram a fronteira para a vizinha Colômbia, tanto legalmente quanto ilegalmente.

Cânticos religiosos na missa da noite saem de uma igreja aberta em uma praça movimentada na cidade de Cúcuta, na fronteira da Colômbia com a Venezuela, enquanto aproximadamente 20 prostitutas venezuelanas esperam clientes.

Sentadas nos degraus de uma estátua e cercadas por motéis imundos, lanchonetes e bares, Andrea e Carolina dizem que deixaram a Venezuela para escapar da fome.

Elas agora vendem seus corpos para sustentar suas famílias.

“Se eu não fizer isso, eu e meus filhos não comemos. É simples assim”, disse Andrea, de 26 anos, que chegou na Colômbia há quatro meses, deixando suas três crianças e sua mãe.

“O dinheiro que eu mando de volta é o que eles usam para sobreviver.”

A fuga de venezuelanos da ditadura Maduro representa o maior fluxo migratório de pessoas na história recente da América do Sul, e mostra poucos sinais de diminuição. Para algumas mulheres, a prostituição é a última e mais desesperada opção.

 

Com informações da Reuters Brasil

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