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Venezuelanos sofrem com a falta de água nas torneiras

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Dias, semanas e inclusive meses podem se passar sem que os venezuelanos tenham água saindo da torneira de suas casas.

A situação que, segundo diversas análises, é resultado da falta de investimento e manutenção na infraestrutura do sistema hídrico, deixando claro os sinais da crise gerada pela ditadura de Nicolás Maduro.

Esta situação, que não distingue classes sociais, leva os cidadãos da Venezuela a buscar água em bacias e outros poucos a pagar caminhões cisternas, cujo preço ronda os 30 milhões de bolívares (US$ 375 no câmbio oficial), quase 12 vezes mais do que o valor do salário mínimo, 2.555.500 bolívares (US$ 32).

De acordo com informações do BOL:

No caso de Daniela de Oviedo, uma maquiadora de 26 anos e habitante de uma zona de classe média em Caracas, a falta de água por dias em sua casa faz com que tenha que recorrer à casa de seus pais ou sogros para poder lavar roupa ou para “simplesmente” tomar um banho.

Embora no país tenha ocorrido problemas por água em outras épocas, as pessoas não ficaram semanas sem o serviço que agora está submergido em uma crise.

O Governo venezuelano atribuiu a situação a supostas “sabotagens” ou/e rompimentos de encanamentos pela “pressão” da água e, em casos como o do ocidental estado Mérida, houve uma intervenção junto ao responsável hidrológico pelo abastecimento, que responsabilizou o governador daquela região, o opositor Ramón Guevara, pela sabotagem do sistema.

A Administração de Nicolás Maduro também anunciou a aquisição de equipamentos para bombeamento e dessalinização para proporcionar o serviço adequadamente à população.

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