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Vice-PGR eleitoral volta a criticar a adoção do voto impresso

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“Teoria da conspiração aliada a negacionismo”, diz procurador eleitoral.

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O vice-procurador-geral eleitoral, Renato Brill, reafirmou suas críticas à proposta de adoção do voto impresso no Brasil.

De saída do cargo, Brill alegou ao procurador-geral Augusto Aras que deixará o posto, em julho, por motivos pessoais.

No fim do mês de maio, Brill criticou a defesa do voto impresso para 2022:

“Teoria da conspiração aliada a negacionismo da tecnologia e da ciência que é a urna eletrônica.”

Questionado pelo jornalista Eduardo Barretto, do site Metrópoles, se mantém sua opinião sobre o assunto, Brill confirmou.

O vice-PGR eleitoral ainda negou ter sido pressionado a abandonar a função. 

Na semana passada, o procurador pediu ao TSE que aplicasse uma multa no presidente Jair Bolsonaro por propaganda eleitoral antecipada, como noticiou a Renova.

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