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Vices de Alckmin serão investigados por repasse da Odebrecht

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

O atual governador de São Paulo, Márcio França, e o ex-ministro Guilherme Afif serão incluídos no inquérito eleitoral que apura o repasses de R$ 10,3 milhões da Odebrecht para o Caixa 2 das campanhas tucanas de 2010 e 2014.


Ambos serão investigados pelo promotor da 1.ª zona eleitoral da capital, Luiz Henrique Dal Poz, porque assinaram a prestação de contas das campanhas sob suspeita como candidatos a vice na chapa de Geraldo Alckmin – Afif, em 2010, e França, em 2014.

Também são investigados o empresário Adhemar Ribeiro, cunhado de Alckmin, e o ex-secretário de Estado e ex-tesoureiro tucano Marcos Monteiro, conforme reportado pelo O Antagonista.

Segundo informações do Estadão:

Alckmin, Adhemar Cesar Ribeiro e Marcos Monteiro já são alvo de um outro inquérito na esfera cível que investiga suposto ato de improbidade administrativa envolvendo os supostos pagamentos da Odebrecht para as duas campanhas. Planilhas apreendidas pela Operação Lava Jato com Benedicto Junior, o BJ, ex-presidente da empreiteira, vinculam os repasses a dois contratos com o governo Alckmin: um emissário submarino da Sabesp na Praia Grande e a Parceria Público-Privada (PPP) da Linha 6-Laranja do Metrô.

Em depoimento, BJ afirmou que o propósito dos repasses a Alckmin, que saíram do Departamento de Operações Estruturadas da Odebrecht, era “a manutenção dos contratos em andamento” em São Paulo” e a “proeminência de Geraldo Alckmin no cenário nacional, a sua liderança e de seu partido no Estado de São Paulo”. O depoimento de Alckmin neste inquérito civil está marcado para esta quarta-feira, 15.

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