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Vitrine de Haddad, Fies gerou inadimplência e verba para empresários

Cálculos do Tesouro Nacional mostram que, de 2019 até 2030, o programa vai consumir R$ 46,5 bilhões em recursos públicos.

Uma das principais vitrines de Fernando Haddad (PT), o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) deixou como herança um contingente elevado de estudantes endividados e turbinou os grupos privados de educação.

A inadimplência no programa, que atingia 31,4% dos contratos em 2013 (ano seguinte ao término da gestão Haddad como ministro da Educação), aumentou após a recessão e hoje supera 50%, segundo o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento à Educação).

O pagamento do financiamento se inicia um ano e meio após a conclusão do curso pelo estudante, que tem 12 anos para quitá-lo.

Para técnicos da equipe econômica e do TCU, medidas implementadas por Haddad contribuíram para acelerar a adesão ao programa e o descontrole das contas.

Cálculos do Tesouro Nacional, a pedido da reportagem, mostram que, de 2019 até 2030, o programa vai consumir R$ 46,5 bilhões em recursos públicos – até agora, já custou R$ 80,8 bilhões. O cenário leva em consideração quadro em que 50% dos alunos não pagarão pelo financiamento.

As projeções são crescentes porque levam em conta o aumento do número de bolsistas após as mudanças no programa feitas na gestão do petista.

 

Adaptado da fonte Gazeta do Povo

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