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Voto não é invalidado se eleitor decidir votar somente para presidente

É falsa a informação de que votar apenas para presidente da República e escolher a opção branco para os demais cargos em disputa nesta eleição faz com que o voto do eleitor seja classificado como “parcial” e, por essa razão, venha a ser anulado.

Na verdade, os eleitores, se assim desejarem, podem votar para apenas para um cargo.

O boato, disseminado principalmente no WhatsApp, afirma que o voto só é computado como válido quando ele é “completo”. Ou seja, quando o eleitor escolhe, além de presidente, deputado federal, deputado estadual, governador e dois senadores.

A orientação, segundo a informação falsa, teria surgido após o autor do boato passar por um suposto “treinamento” da Justiça Eleitoral para a votação do dia 7 de outubro.

Como verificado pelo projeto Comprova, órgãos da Justiça Eleitoral, caso do Tribunal Regional do Espírito Santo (TRE-ES), do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), além do próprio TSE (Tribunal Superior Eleitoral), veicularam, em suas páginas e redes sociais, esclarecimentos sobre o boato.

“Se o eleitor confirmar pelo menos um voto, deixando de concluir a votação para os demais cargos, este voto será aceito e serão considerados nulos os votos não confirmados”, diz trecho do texto divulgado no Facebook do TSE.

O TSE também esclareceu que o voto em branco acontece quando o eleitor aperta a tecla “branco” na urna e, em seguida, pressiona o botão confirma. O voto nulo ocorre quando é digitado um número que não é o de nenhum candidato ou partido. O voto branco e o nulo não são somados como votos válidos. Isto não quer dizer que eles resultem na anulação de qualquer outro voto válido do eleitor.

“A Justiça Eleitoral lembra que votos brancos e nulos são descartados, não sendo contabilizados na hora da apuração do voto. E se deixar de votar em outros candidatos, seu voto, por completo, não será anulado”, diz outro trecho do esclarecimento do tribunal.

 

Adaptado da fonte UOL

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