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Weintraub defende fortalecimento do ensino superior particular

Weintraub defende fortalecimento do ensino superior particular
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

“Qual razão de se ficar criando um monte de regras entre uma pessoa que quer estudar e um grupo de pessoas que quer ensinar na iniciativa privada?”, questionou o titular do MEC.


O ministro da Educação, Abraham Weintraub, indicou que as instituições particulares são as prioridades do governo Jair Bolsonaro na busca pela expansão de vagas no ensino superior.

Em encontro com representantes do setor, Weintraub disse que o governo pretende relaxar as regras de regulação de cursos e instituições.

O posicionamento do ministro vai ao encontro da agenda do setor privado, defensor da simplificação de regulação.

Durante a abertura do 12º Congresso Brasileiro da Educação Superior Particular, que ocorre em Belo Horizonte desta quinta-feira (6) até sábado (8), Weintraub declarou:

“Fiz questão de estar aqui. É muito importante pela mensagem. A minha presença, não do Abraham, mas do ministro da Educação do governo eleito democraticamente pela maioria dos brasileiros, de Jair Bolsonaro, tem de ser uma mensagem inequívoca.”

E, segundo a Folha, acrescentou:

“Existe espaço para as federais, existe espaço para estaduais, mas olhando a perspectiva para o Brasil, o crescimento que vai acontecer, é muito claro que não há condições com o atual estado de contas do setor público, o estado, a sociedade, os pagadores de impostos, a atual estrutura educacional estatal, atender a demanda das mudanças que vão acontecer neste país.”

Weintraub ressaltou que acredita que a economia do Brasil voltará a crescer e que setores como o educacional terão grande demanda:

“O estado brasileiro, através dos impostos que já são pesados, não tem condição de atender a demanda gigantesca nos próximos anos. A mensagem, além da perspectiva econômica, é a profissão de fé do que nós acreditamos nesse governo: claramente um viés liberal da economia, e conservador nos costumes. [Se há] duas pessoas honestas tendo uma relação econômica, seja ela qual for, de livre arbítrio, por que alguém tem que interferir? Qual razão de se ficar criando um monte de regras entre uma pessoa que quer estudar e uma grupo de pessoas que quer ensinar na iniciativa privada?”

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