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‘Wesley e Joesley cometeram crime de insider trading’, diz PGR

‘Wesley e Joesley cometeram crime de insider trading’, diz PGR
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Procurador-geral diz que irmãos queriam “obter vantagens indevidas no mercado financeiro”.

Em alegações finais enviadas ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (4), o procurador-geral da República, Augusto Aras, endossou o pedido de rescisão do acordo de delação premiada dos ex-executivos da J&F: Joesley Batista, Wesley Batista e Francisco de Assis e Silva.

Aras também lembrou os fatos colhidos pela Polícia Federal (PF) sobre possíveis manobras no mercado financeiro operadas pelos irmãos Batista para lucrar com informações privilegiadas que possuíam durante a negociação do acordo de delação.

No texto enviado ao STF, segundo a revista Veja, Aras declarou:

“Restou evidenciado que Wesley Batista e Joesley Batista, durante a fase de negociações das suas colaborações premiadas e mesmo após a sua assinatura e homologação judicial, fizeram uso privilegiado de informações, obtidas em razão da sua ciência quanto aos termos da colaboração premiada que viriam a firmar, a fim de obter vantagens indevidas no mercado financeiro.”

O procurador-geral acrescentou:

“Praticaram, portanto, o crime de insider trading, previsto no art. 27-D da lei n. 6385/76, em plena fase de negociação e assinatura dos seus acordos.”

E completou:

“Trata-se de conduta que afronta o âmago do acordo. Ela evidencia que, apesar do pacto firmado com o MPF, Joesley e Wesley Batista continuaram se valendo de expedientes espúrios, e mesmo criminosos, para alcançar lucro fácil e potencializar seu já vultoso patrimônio; e isso com o uso do próprio acordo de colaboração recém firmado.”

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