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WhatsApp confirma que Bolsonaro não impulsionou mensagens

Para desespero da Folha de S. Paulo, o WhatsApp informou ao TSE que não foi contratado pela campanha do presidente eleito Jair Bolsonaro para impulsionar conteúdo no aplicativo de mensagens.

O WhatsApp divulgou nota na noite desta segunda-feira (12) informando ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não foi contratado pela campanha do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para fornecer “serviços de impulsionamento de conteúdo na rede mundial de computadores”.

A declaração do WhatsApp surge após o relator da prestação de contas da campanha de Bolsonaro no TSE, ministro Luís Roberto Barroso, atender a um pedido de área técnica da Corte e determinar que as principais plataformas de distribuição de conteúdo digital (Google, Facebook, Twitter, Instagram e WhatsApp) apresentassem dentro de um prazo de três dias informações sobre a contratação ou não de impulsionamento de conteúdo a favor de Bolsonaro durante a campanha.

Twitter, Facebook e Instagram também avisaram que a campanha de Bolsonaro não investiu nenhum centavo com impulsionamento de conteúdo. O Google informou que o PSL investiu 1 mil reais, tudo dentro da lei.

No mês passado, o corregedor nacional da Justiça Eleitoral, ministro Jorge Mussi, decidiu abrir uma ação de investigação judicial no TSE pedida pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para que sejam investigadas as acusações da Folha de S. Paulo sobre que empresas que compraram pacotes de disparos em larga escala de mensagens no WhatsApp contra a legenda e a campanha de Fernando Haddad (PT) à Presidência da República.

 

Adaptado da fonte ISTOÉ

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